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sábado, 1 de agosto de 2009

Câncer de Ovário





É o terceiro câncer mais incidente do aparelho genital feminino. Acomete principalmente mulheres maiores de 40 anos. As mulheres têm dois ovários, um de cada lado da pelve, ligado ao útero pelas trompas. Os ovários são glândulas que produzem hormônios femininos.
Câncer de ovário é quando células do ovário sofrem uma transformação, iniciando assim um crescimento celular desordenado com capacidade de se disseminar para outras partes.Quais são os fatores de risco?. História familiar de câncer de mama, intestino ou ovário;. Mulheres que tem diagnóstico de câncer de mama ou intestino;. Mulheres que nunca tiveram filhos;. Dieta rica em gordura;. Obesidade;. Gravidez, amamentação e menopausa reduzem o risco deste tipo de câncer.Sinais de AlertaGeralmente o tumor de ovário permanece assintomático nos estágios iniciais. Os sintomas costumam ser vagos como: dor abdominal difusa, aumento do volume abdominal, constipação, problemas urinários.Como realizar o diagnóstico precoce?Exame ginecológico periódico para mulheres com mais de quarenta anos e devido às falhas no diagnóstico de tumores pequenos podemos associar US pélvico ao exame físico. Em casos suspeitos podemos complementar com tomografia computadorizada e marcadores tumorais.ATENÇÃO!Devido alta letalidade do câncer de ovário devemos reafirmar que o diagnóstico precoce é a melhor maneira de diminuir estes índices. Assim o exame ginecológico rotineiro se faz necessário pelo menos uma vez ao ano.




O que é o Câncer?


[O que causa] [Como surge]
Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.
Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases).

quinta-feira, 30 de julho de 2009

leucemia parte 2

Quatro principais tipos de leucemia

>Leucemia aguda x crônica
>Leucemia linfóide x mielóide

Causas da leucemia

A causa exata da leucemia não é conhecida, mas ela é influenciada por fatores genéticos e ambientais. Como outros tipos de câncer, as leucemias resultam de mutações somáticas no DNA, as quais podem ocorrer espontaneamente ou devido à exposição à radiação ou substâncias cancerígenas, e tem sua probabilidade influenciada por fatores genéticos. Vírus também têm sido associados a algumas formas de leucemia. Anemia de Fanconi também é um fator de risco para o desenvolvimento de leucemia mielóide aguda.

O que é leucemia

1parte:
A palavra leucemia.
refere-se um grupo de cânceres que afetam as células brancas do sangue. Leucemia se desenvolve na medula óssea, a qual produz três tipos de células sanguíneas:1. Células vermelhas que contêm hemoglobina e são responsáveis por transportar oxigênio pelo corpo.2. Células brancas que combatem infecções.3. Plaquetas que auxiliam a coagulação sanguínea.

caracteristicas

Leucemia é caracterizada pela produção excessiva de células brancas anormais, superpovoando a medula óssea. A infiltração da medula óssea resulta na diminuição da produção e funcionamento de células sanguíneas normais. Dependendo do tipo, a doença pode se espalhar para os nódulos linfáticos, baço, fígado, sistema nervoso central e outros órgãos e tecidos, causando inchaço na área afetada.


Sintomas da leucemia

Danos à medula óssea resultam na falta de plaquetas no sangue, as quais são importantes para o processo de coagulação. Isso significa que pessoas com leucemia podem sangrar excessivamente. As células brancas do sangue, que estão envolvidas no combate a agentes patogênicos, podem ficar suprimidas ou sem função, colocando o paciente sob risco de infecções.




Já a deficiência de células vermelhas ocasiona anemia, a qual pode causar falta de ar e fadiga.

Pode ocorrer dor nos ossos ou articulações por causa da extensão do câncer a essas áreas.
Dor de cabeça e vômito podem indicar que o câncer disseminou-se até o sistema nervoso central.
Em alguns tipos de leucemia pode os nódulos linfáticos podem ficar dilatados.
Todos esses sintomas podem também ser atribuídos a outras doenças.
Para o diagnóstico é preciso fazer teste de sangue e biópsia da medula óssea.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

A pneumonia é

A pneumonia é um processo infeccioso dos pulmões que leva à inflamação dos alvéolos parte do corpo responsável pela renovação do oxigênio no sangue.

Seus sintomas são: a febre alta, fraqueza e mal-estar. Dependendo do tipo de pneumonia transmitida por bactéria ou por vírus , pode causar também calafrios, tosse, dor no ouvido e na garganta, além de olhos lacrimejantes. Febre alta, fraqueza e mal-estar são os mais comuns. Na pneumonia bacteriana causada por bactéria , além desses sinais há calafrios, dor torácica e tosse forte, com muito catarro.

Receitas de remédios caseiros para o tratamento da pneumonia:

+ O xarope de beterraba (corta uma beterraba crua em fatias, põe num prato e cobre com açúcar mascavo, deixe por pelo menos uma noite e depois dê o xarope para ao doente1 a 2 colheres de café, várias vezes por dia).

+ Chá de alho (O gosto é horrível, mas funciona,)

mel com limão
leite morno com mel
café com manteiga derretida

+ Chá de Alcaçuz ( Glycyrrhiza glabra L)

Para que serve: contém asparagina, inositol e terpenos. É benéfico para bronquites, pois aumenta a fluidez do muco dos pulmões e tubos brônquicos. Em caso de câncer, estimula a produção de interferon, que ajuda nas defesas do organismo, principalmente contra o câncer de estômago.

Partes utilizadas: raízes.

Modo de usar: chá por decocção, de 20g das raízes para meio litro de água. Tomar 3 xícaras ao dia.

+ Chá para Bronquites e Asma

Chá de Eucalipto (Eucalyptus globulus labyll)

Para que serve: o eucalipto contém taninos, cineol, pinenos e sesquiterpenicos. A eles se devem suas propriedades expectorantes, balsâmicas, anti-séptica e bronco-dilatadoras. É considerada a planta mais efetiva contra bronquites, asmas e problemas das vias respiratórias.

Partes utilizadas: folhas e óleo.

Modo de usar: uso interno – chá por infusão de 4 folhas em um copo de água fervente, abafar por 10 minutos. Tomar 3 xícaras ao dia, adoçadas com mel (se for diabético, não adoce). Uso externo: em uma vasilha com água fervente, coloque várias folhas de eucalipto e deixe no quarto de dormir. Pode-se adicionar gotas (30ml) de óleo de eucalipto. Desobstrui as vias respiratórias e facilita a expulsão dos mucos bronquiais.

+ Chá Balsâmico e Expectorante

Chá de Guaiaco (Guaiacum officinale L)

Para que serve: contém guaicol e saponina. É balsâmico, expectorante e indicado em todos os problemas do aparelho respiratório e de pressão alta.

Partes utilizadas: pedaços da madeira.

Modo de usar: chá por decocção de 20g de pedaços de madeira, em meio litro de água. Tomar duas a 3 xícaras ao dia.

+ Chá Descongestionante Pulmonar

Chá de Canforeira (Cinnamomum canfhora L. Steb)

Para que serve: contém cetonas, borneal, estimula centros nervosos da respiração e da atividade cardíaca, aumentando a freqüência e a profundidade da respiração e tonificando o coração. Usado em casos de bronquites, lipotimias, arritmias e hipotensão.

Partes utilizadas: pó de cânfora e essência.

Modo de usar: uso interno – chá por infusão de 1g de pó em meio litro de água. Tomar 1 a 2 xícaras ao dia. Uso externo – loção com álcool canforado – passar no peito (é absorvido pela pele).

+ Chá de Gengibre ( Zingiber officinale)

Para que serve: contém óleos essências, com diversos terpênicos, gingerol e cineol. Radialistas, advogados, professores, cantores e profissionais que usam muito a voz, podem encontrar um no gengibre um excelente aliado, importante para recuperar e mesmo curar as inflamações na garganta. Age em diversas infecções respiratórias como catarros bronquiais, irritações na garganta, tosse seca e irritativa. Facilita a eliminação da mucosidade das vias respiratórias e a circulação das pernas.

Partes utilizadas: rizoma.

Modo de usar: chá por decocção – 5g de rizoma em dois copos de água. Tomar durante o dia e adoçar com mel.

+ O Chá da flor que tem poder Antitussígeno e Antiinflamatório

Chá de Violeta (Viola odorata L)

Para que serve: a violeta comum tem pétalas delicadas e são belíssimas. A violeta é uma das plantas peitorais mais utilizadas no combate às afecções respiratórias. Ela contém saponinas, que fluidificam as secreções bronquiais, descongestionando os brônquios, devido às mucilagens, é béquica (antitussígena).

Partes utilizadas: folhas e flores.

Modo de usar: chá por infusão de 10g das folhas e flores para 250mg de água fervente. Adoçar com mel e tomar duas xícaras ao dia.

+ O Chá que é um Excelente Peitoral e acaba com a Toss

Chá de Tanchagem (Plantago major L)

Para que serve: a tanchagem ou tansagem, contém mucilagem, tanino e aucuboside, que possuem propriedades expectorantes, béquicas, hemostáticas e antiinflamatórias. Ótima para bronquites agudas e crônicas, catarros, asma, ela fluidifica as secreções facilitando sua eliminação, além de desinflamar a mucosa branquial e acalmar a tosse.
Partes utilizadas: folhas e raízes.

Modo de usar: chá por infusão das folhas – 20g para ½ litro de água fervente. Abafar por 10 minutos. O chá da raiz deve ser feito por decocção, deixando-a ferver por 3 minutos. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia e adoçar com mel.
Extraído dos Livros – “50 Chás Campeões de Saúde” vol. 1 e 2.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Endometriose: inimiga misteriosa

Inimiga misteriosa
O que é endometriose?
Por que a endometriose aparece?
Quais são os sintomas da endometriose?
Como diagnosticar a endometriose?
Como tratar a endometriose?
Práticas alternativas podem ajudar no tratamento da endometriose?
Onde buscar ajuda?


Se você nunca ouviu falar na doença, fique ligada. A endometriose, que já atinge uma em cada dez mulheres, é silenciosa e pode até acabar com o sonho da maternidade

O período menstrual sempre foi uma tortura para a paulistana Cássia Ribeiro, 37 anos. “Passava tão mal com as cólicas que não conseguia sair da cama. Cheguei a faltar muitas vezes no trabalho”, conta. Diante do desconforto, seu ginecologista investigou o problema e detectou a doença em estágio inicial. Já a paulistana Márcia Neves, 33 anos, nunca se queixou das dores mensais para o seu ginecologista. “Sentia uma dorzinha no primeiro dia da menstruação, mas achava normal”, lembra. Depois de várias tentativas fracassadas para engravidar, veio a surpresa: endometriose severa. Os órgãos internos de Márcia, como ovário, trompas e intestinos, estavam com aderência e com a funcionalidade comprometida.Assim como Cássia e Márcia, cerca de 6 milhões de brasileiras possuem o problema, que pode apresentar tanto dores alarmantes como ser silencioso. Segundo o professor Cláudio Crispi, especialista em endometriose e coordenador do Serviço de Endoscopia Ginecológica do Instituto Fernandez Figueira/Fiocrux, a doença é conhecida há muitos anos, mas a grande dificuldade sempre foi obter o diagnóstico correto. Normalmente, a mulher descobre o problema dez anos depois, já em estágio avançado. Esse é o maior drama, pois a pior consequência é a infertilidade, que muitas vezes acaba com o sonho da maternidade. Quer mais motivos para ficar atenta? Informe-se sobre o assunto e fique esperta aos sinais do seu corpo.

A praga do HPV

Não dá para bobear com esse vírus. Transmitido sexualmente é muito contagioso – oito em cada dez mulheres já tiveram, têm ou terão contato com ele. O perigo maior é que essa contaminação pode evoluir para o câncer no colo do útero. Prevenir é o melhor caminho para manter a sua saúde em dia

• Enquete: Você usa preservativo?• Ops não é bem assim!• Pílula do dia seguinte
Todo ano, cerca de 230 mil mulheres morrem no mundo vítimas do câncer no colo do útero. No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), mais de 18 mil novos casos serão diagnosticados em 2008. E, para o surgimento desse tipo de câncer, é necessário que a vítima tenha sido infectada pelo papiloma vírus humano, o famigerado HPV. Sim, ele é o vilão da história. Um vilão potente, uma vez que existem mais de 100 tipos, e silencioso, já que os mais perigosos não apresentam sintomas. Apesar dos números assustadores, mantenha a calma. Não é porque você recebeu um diagnóstico positivo que vai ter câncer uterino. Na verdade, aproximadamente 0,5% das mulheres contaminadas desenvolvem o tumor. “O HPV assusta porque origina o câncer. Mas, ao mesmo tempo, poucos casos evoluem até a doença, principalmente quando há acompanhamento médico”, afirma Neila Góis Speck, ginecologista e chefe do Ambulatório de Colposcopia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mesmo não evoluindo para o câncer, o HPV pode provocar verrugas que começam microscópicas, mas crescem a ponto de desfigurar a vagina, portanto devem ser tratadas com rapidez. A maioria das infecções por HPV é caracterizada como transitória. “Cerca de 90% dos casos são resolvidos sem maiores complicações”, diz Luisa Lina Villa, chefe do grupo de virologia e membro titular do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, em São Paulo. Prevenção é a solução Uma vez que a doença é transmitida sexualmente, ter relações com camisinha é, sem dúvida, a melhor forma de se cuidar. “O uso do preservativo reduz os riscos de contaminação em 80% dos casos. Mas a segurança não é total porque ele protege apenas dos vírus que estão no pênis e, às vezes, o HPV aparece na bolsa escrotal”, diz Neila. Contato manual e oral também podem provocar a contaminação, embora esses tipos de contágio sejam mais raros. O que os médicos percebem é que, na maioria das vezes, se adquire o HPV após dois ou três anos do início da vida sexual. Em muitos casos, o próprio organismo dá conta de eliminar o vírus. Outras vezes, ele pode ficar muitos anos sem se manifestar. Por isso, é importante fazer um acompanhamento ginecológico desde que se inicia a vida sexual. E a partir dos 30 anos é necessário redobrar os cuidados, pois o sistema imunológico começa a enfraquecer e o vírus causa lesões de maior gravidade no colo do útero.