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quarta-feira, 29 de julho de 2009

A pneumonia é

A pneumonia é um processo infeccioso dos pulmões que leva à inflamação dos alvéolos parte do corpo responsável pela renovação do oxigênio no sangue.

Seus sintomas são: a febre alta, fraqueza e mal-estar. Dependendo do tipo de pneumonia transmitida por bactéria ou por vírus , pode causar também calafrios, tosse, dor no ouvido e na garganta, além de olhos lacrimejantes. Febre alta, fraqueza e mal-estar são os mais comuns. Na pneumonia bacteriana causada por bactéria , além desses sinais há calafrios, dor torácica e tosse forte, com muito catarro.

Receitas de remédios caseiros para o tratamento da pneumonia:

+ O xarope de beterraba (corta uma beterraba crua em fatias, põe num prato e cobre com açúcar mascavo, deixe por pelo menos uma noite e depois dê o xarope para ao doente1 a 2 colheres de café, várias vezes por dia).

+ Chá de alho (O gosto é horrível, mas funciona,)

mel com limão
leite morno com mel
café com manteiga derretida

+ Chá de Alcaçuz ( Glycyrrhiza glabra L)

Para que serve: contém asparagina, inositol e terpenos. É benéfico para bronquites, pois aumenta a fluidez do muco dos pulmões e tubos brônquicos. Em caso de câncer, estimula a produção de interferon, que ajuda nas defesas do organismo, principalmente contra o câncer de estômago.

Partes utilizadas: raízes.

Modo de usar: chá por decocção, de 20g das raízes para meio litro de água. Tomar 3 xícaras ao dia.

+ Chá para Bronquites e Asma

Chá de Eucalipto (Eucalyptus globulus labyll)

Para que serve: o eucalipto contém taninos, cineol, pinenos e sesquiterpenicos. A eles se devem suas propriedades expectorantes, balsâmicas, anti-séptica e bronco-dilatadoras. É considerada a planta mais efetiva contra bronquites, asmas e problemas das vias respiratórias.

Partes utilizadas: folhas e óleo.

Modo de usar: uso interno – chá por infusão de 4 folhas em um copo de água fervente, abafar por 10 minutos. Tomar 3 xícaras ao dia, adoçadas com mel (se for diabético, não adoce). Uso externo: em uma vasilha com água fervente, coloque várias folhas de eucalipto e deixe no quarto de dormir. Pode-se adicionar gotas (30ml) de óleo de eucalipto. Desobstrui as vias respiratórias e facilita a expulsão dos mucos bronquiais.

+ Chá Balsâmico e Expectorante

Chá de Guaiaco (Guaiacum officinale L)

Para que serve: contém guaicol e saponina. É balsâmico, expectorante e indicado em todos os problemas do aparelho respiratório e de pressão alta.

Partes utilizadas: pedaços da madeira.

Modo de usar: chá por decocção de 20g de pedaços de madeira, em meio litro de água. Tomar duas a 3 xícaras ao dia.

+ Chá Descongestionante Pulmonar

Chá de Canforeira (Cinnamomum canfhora L. Steb)

Para que serve: contém cetonas, borneal, estimula centros nervosos da respiração e da atividade cardíaca, aumentando a freqüência e a profundidade da respiração e tonificando o coração. Usado em casos de bronquites, lipotimias, arritmias e hipotensão.

Partes utilizadas: pó de cânfora e essência.

Modo de usar: uso interno – chá por infusão de 1g de pó em meio litro de água. Tomar 1 a 2 xícaras ao dia. Uso externo – loção com álcool canforado – passar no peito (é absorvido pela pele).

+ Chá de Gengibre ( Zingiber officinale)

Para que serve: contém óleos essências, com diversos terpênicos, gingerol e cineol. Radialistas, advogados, professores, cantores e profissionais que usam muito a voz, podem encontrar um no gengibre um excelente aliado, importante para recuperar e mesmo curar as inflamações na garganta. Age em diversas infecções respiratórias como catarros bronquiais, irritações na garganta, tosse seca e irritativa. Facilita a eliminação da mucosidade das vias respiratórias e a circulação das pernas.

Partes utilizadas: rizoma.

Modo de usar: chá por decocção – 5g de rizoma em dois copos de água. Tomar durante o dia e adoçar com mel.

+ O Chá da flor que tem poder Antitussígeno e Antiinflamatório

Chá de Violeta (Viola odorata L)

Para que serve: a violeta comum tem pétalas delicadas e são belíssimas. A violeta é uma das plantas peitorais mais utilizadas no combate às afecções respiratórias. Ela contém saponinas, que fluidificam as secreções bronquiais, descongestionando os brônquios, devido às mucilagens, é béquica (antitussígena).

Partes utilizadas: folhas e flores.

Modo de usar: chá por infusão de 10g das folhas e flores para 250mg de água fervente. Adoçar com mel e tomar duas xícaras ao dia.

+ O Chá que é um Excelente Peitoral e acaba com a Toss

Chá de Tanchagem (Plantago major L)

Para que serve: a tanchagem ou tansagem, contém mucilagem, tanino e aucuboside, que possuem propriedades expectorantes, béquicas, hemostáticas e antiinflamatórias. Ótima para bronquites agudas e crônicas, catarros, asma, ela fluidifica as secreções facilitando sua eliminação, além de desinflamar a mucosa branquial e acalmar a tosse.
Partes utilizadas: folhas e raízes.

Modo de usar: chá por infusão das folhas – 20g para ½ litro de água fervente. Abafar por 10 minutos. O chá da raiz deve ser feito por decocção, deixando-a ferver por 3 minutos. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia e adoçar com mel.
Extraído dos Livros – “50 Chás Campeões de Saúde” vol. 1 e 2.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Endometriose: inimiga misteriosa

Inimiga misteriosa
O que é endometriose?
Por que a endometriose aparece?
Quais são os sintomas da endometriose?
Como diagnosticar a endometriose?
Como tratar a endometriose?
Práticas alternativas podem ajudar no tratamento da endometriose?
Onde buscar ajuda?


Se você nunca ouviu falar na doença, fique ligada. A endometriose, que já atinge uma em cada dez mulheres, é silenciosa e pode até acabar com o sonho da maternidade

O período menstrual sempre foi uma tortura para a paulistana Cássia Ribeiro, 37 anos. “Passava tão mal com as cólicas que não conseguia sair da cama. Cheguei a faltar muitas vezes no trabalho”, conta. Diante do desconforto, seu ginecologista investigou o problema e detectou a doença em estágio inicial. Já a paulistana Márcia Neves, 33 anos, nunca se queixou das dores mensais para o seu ginecologista. “Sentia uma dorzinha no primeiro dia da menstruação, mas achava normal”, lembra. Depois de várias tentativas fracassadas para engravidar, veio a surpresa: endometriose severa. Os órgãos internos de Márcia, como ovário, trompas e intestinos, estavam com aderência e com a funcionalidade comprometida.Assim como Cássia e Márcia, cerca de 6 milhões de brasileiras possuem o problema, que pode apresentar tanto dores alarmantes como ser silencioso. Segundo o professor Cláudio Crispi, especialista em endometriose e coordenador do Serviço de Endoscopia Ginecológica do Instituto Fernandez Figueira/Fiocrux, a doença é conhecida há muitos anos, mas a grande dificuldade sempre foi obter o diagnóstico correto. Normalmente, a mulher descobre o problema dez anos depois, já em estágio avançado. Esse é o maior drama, pois a pior consequência é a infertilidade, que muitas vezes acaba com o sonho da maternidade. Quer mais motivos para ficar atenta? Informe-se sobre o assunto e fique esperta aos sinais do seu corpo.

A praga do HPV

Não dá para bobear com esse vírus. Transmitido sexualmente é muito contagioso – oito em cada dez mulheres já tiveram, têm ou terão contato com ele. O perigo maior é que essa contaminação pode evoluir para o câncer no colo do útero. Prevenir é o melhor caminho para manter a sua saúde em dia

Enquete: Você usa preservativo?Ops não é bem assim!Pílula do dia seguinte
Todo ano, cerca de 230 mil mulheres morrem no mundo vítimas do câncer no colo do útero. No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), mais de 18 mil novos casos serão diagnosticados em 2008. E, para o surgimento desse tipo de câncer, é necessário que a vítima tenha sido infectada pelo papiloma vírus humano, o famigerado HPV. Sim, ele é o vilão da história. Um vilão potente, uma vez que existem mais de 100 tipos, e silencioso, já que os mais perigosos não apresentam sintomas. Apesar dos números assustadores, mantenha a calma. Não é porque você recebeu um diagnóstico positivo que vai ter câncer uterino. Na verdade, aproximadamente 0,5% das mulheres contaminadas desenvolvem o tumor. “O HPV assusta porque origina o câncer. Mas, ao mesmo tempo, poucos casos evoluem até a doença, principalmente quando há acompanhamento médico”, afirma Neila Góis Speck, ginecologista e chefe do Ambulatório de Colposcopia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mesmo não evoluindo para o câncer, o HPV pode provocar verrugas que começam microscópicas, mas crescem a ponto de desfigurar a vagina, portanto devem ser tratadas com rapidez. A maioria das infecções por HPV é caracterizada como transitória. “Cerca de 90% dos casos são resolvidos sem maiores complicações”, diz Luisa Lina Villa, chefe do grupo de virologia e membro titular do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, em São Paulo. Prevenção é a solução Uma vez que a doença é transmitida sexualmente, ter relações com camisinha é, sem dúvida, a melhor forma de se cuidar. “O uso do preservativo reduz os riscos de contaminação em 80% dos casos. Mas a segurança não é total porque ele protege apenas dos vírus que estão no pênis e, às vezes, o HPV aparece na bolsa escrotal”, diz Neila. Contato manual e oral também podem provocar a contaminação, embora esses tipos de contágio sejam mais raros. O que os médicos percebem é que, na maioria das vezes, se adquire o HPV após dois ou três anos do início da vida sexual. Em muitos casos, o próprio organismo dá conta de eliminar o vírus. Outras vezes, ele pode ficar muitos anos sem se manifestar. Por isso, é importante fazer um acompanhamento ginecológico desde que se inicia a vida sexual. E a partir dos 30 anos é necessário redobrar os cuidados, pois o sistema imunológico começa a enfraquecer e o vírus causa lesões de maior gravidade no colo do útero.

Hormônios: aprenda a dominá-los

Eles regem a nossa vida e, em níveis normais, deixam a gente bonita, saudável e cheia de energia. Mas muita coisa interfere nesse equilíbrio. A dança dos hormônios pode fazer você ganhar peso (ou ter difi culdade em perdê-lo), causar inchaço, levar você à beira de um ataque de nervos e até aumentar a sua barriguinha. O corpo tem mecanismos para regular a produção dessas substâncias poderosas. Mas dormir mal, comer errado e viver estressada atrapalham tudo. Já um estilo de vida saudável dá uma superforça para que eles funcionem a todo o vapor e sempre a seu favor. Entenda e veja como transformá-los em seus aliados
por Gabriela Cupani foto Caio Melo

tiquetaque hormonal
Nosso organismo tem um tipo de relógio interno, que controla quando cada função deve acontecer ao longo do dia. É esse tiquetaque que nos deixa sonolentos à noite, avisa que está na hora de acordar pela manhã e faz a barriga roncar perto do almoço... Esses ponteiros internos também comandam a produção de cada hormônio
De manhã
É o pico da produção de cortisol, hormônio que controla a assimilação dos nutrientes, função essencial para garantir o pique no dia-a-dia. Sob efeito do stress, é acionado fora de hora, ultrapassando as doses normais. “E o problema é que vivemos em stress crônico”, lembra o endocrinologista Filippo Pedrinola.Em excesso: abre o apetite e aumenta os estoques de gordura porque estimula a produção de células gordurosas especialmente no abdômen. Também altera o metabolismo da insulina, outro hormônio engordativo (entenda melhor no quadro abaixo). Sinais da oscilação: rosto em forma de lua cheia, gordura nas “saboneteiras”, no tronco (com braços e pernas fi nas) e na barriga, onde surgem estrias arroxeadas.Como restabelecer o equilíbrio: invista em técnicas para administrar a tensão, como meditação, ioga e atividade física. Vegetais verde-escuros, carnes magras e grãos integrais, ricos em vitaminas do complexo B, equilibram o sistema nervoso, o que reduz o stress.
À noite
É durante o sono profundo que o organismo produz o hormônio do crescimento (GH), que infl ui muito na vitalidade. Entre outras funções, aumenta a massa muscular e preserva a musculatura, além de quebrar as moléculas de gordura para transformá-las em energia, o que ajuda a manter o peso. Se a produção está comprometida: há perda de massa magra e você vai engordar.Sinais da oscilação: ganho de peso e cansaço.Como restabelecer o equilíbrio: nada como uma boa noite de sono. Preste atenção à sua disposição pela manhã. Se acorda bem disposta, é de sinal que dormiu o necessário, mesmo que fuja das oito horas médias recomendadas. Ir para a cama antes das 23 horas também garante maior efi ciência do GH, já que esse hormônio entra em ação por volta da 1 hora da manhã.
Na hora das refeições
A insulina é especialmente acionada depois das refeição, pois é ela que empurra a glicose da comida para dentro das células, garantindo a energia necessária ao funcionamento de todo o organismo.Em excesso: causa uma sensação de fome mesmo quando se está bem alimentado. Quando há muita insulina na circulação, cai o nível de açúcar no sangue, levando a um ciclo vicioso de comer demais. Também facilita o estoque de gordura, pois também estimula a produção de células gordurosas.Como restabelecer o equilíbrio: evite os jejuns prolongados (coma a cada três horas). Ficar muito tempo sem comer leva a picos de hipo e hiperglicemia, disparando a produção de insulina. Para manter a insulina sob controle, reduza o consumo de carboidratos refi nados (doces, pães, bolos, biscoitos e macarrão feitos com farinha branca) e coma mais alimentos ricos em fi bras solúveis (maçã, aveia e feijão), que fazem o corpo absorver mais devagar o açúcar, segurando o apetite.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Doença de Parkinson

Descrita pela primeira vez por James Parkinson em 1817

A doença de Parkinson ou mal de Parkinson é caracterizada por uma desordem progressiva do movimento devido à disfunção dos neurônios secretores de dopamina nos gânglios da base, que controlam e ajustam a transmissão dos comandos conscientes vindos do córtex cerebral para os músculos do corpo humano. Não somente os neurônios dopaminérgicos estão envolvidos, mas outras estruturas produtoras de serotonina, noradrenalina e acetilcolina estão envolvidos na gênese da doença.
A doença de Parkinson é idiopática, ou seja é uma doença primária de causa obscura. Há degeneração e morte celular dos neurónios produtores de dopamina.
É possível que a doença de Parkinson seja devida a defeitos sutis nas enzimas envolvidas na degradação das proteínas alfanucleína e/ou parkina (no Parkinsonismo genético o defeito é no próprio gene da alfanucleína ou parkina e é mais grave). Esses defeitos levariam à acumulação de inclusões dessas proteínas ao longo da vida (sob a forma dos corpos de Lewy visiveis ao microscópico), e traduziriam-se na morte dos neurónios que expressam essas proteínas (apenas os dopaminérgicos) ou na sua disfunção durante a velhice. O parkinsonismo caracteriza-se pela disfunção ou morte dos neurónios produtores da dopamina no sistema nervoso central. O local primordial de degeneração celular no parkinsonismo é a substância negra, presente na base do mesencéfalo.
Índice

1 Epidemiologia
2 Manifestações clínicas
3 Anatomia patológica
4 Referências
5 Diagnóstico

Epidemiologia
Nos Estados Unidos, a prevalência da Doença de Parkinson é de 160 por 100.000 pessoas, embora esteja aumentando. Há mais de um milhão de sofredores só nesse país. Noutros países desenvolvidos a incidência é semelhante.
A idade pico de incidência é por volta dos 60 anos, mas pode surgir em qualquer altura dos 35 aos 85 anos.
O Mal de Parkinson é uma doença que ocorre quando certos neurônios morrem ou perdem a capacidade. A pessoa com Parkinson pode apresentar tremores, rigidez dos músculos, dificuldade de caminhar, dificuldade de se equilibrar e de engolir. Como esses neurônios morrem lentamente, esses sintomas são progressivos no decorrer de anos.

Manifestações clínicas
A DP é caracterizada clinicamente pela combinação de três sinais clássicos: tremor de repouso, bradicinesia e rigidez. Além disso, o paciente pode apresentar também: acinesia, micrografia, expressões como máscara, instabilidade postural, alterações na marcha e postura encurvada para a frente.

Os sintômas


Normalmente começam nas extremidades superiores e são normalmente unilaterais devido à assimetria da degeneração inicial no cérebro.
A clínica é dominada pelos tremores musculares. Estes iniciam-se geralmente em uma mão, depois na perna do mesmo lado e depois nos outros membros. Tende a ser mais forte em membros em descanso, como ao segurar objetos, e durante períodos estressantes e é menos notável em movimentos mais amplos. Há na maioria dos casos mas nem sempre outros sintomas como rigidez dos músculos, lentidão de movimentos, e instabilidade postural (dificuldade em manter-se em pé). Há dificuldade em iniciar e parar a marcha e as mudanças de direção são custosas com numerosos pequenos passos.
O doente apresenta uma expressão fechada tipo máscara sem demonstar emoção, e uma voz monotônica, devido ao deficiente controle sobre os músculos da face e laringe. A sua escrita tende a ter em pequeno tamanho (micrografia). Outros sintomas incluem deterioração da fluência da fala (gagueira), depressão e ansiedade, dificuldades de aprendizagem, insônias, perda do sentido do olfacto.

O diagnóstico


È feito pela clínica e testes musculares e de reflexos. Normalmente não há alterações nas Tomografia computadorizada cerebral, eletroencefalograma ou na composição do líquido cefalorraquidiano. Técnicas da medicina nuclear como SPECTs e PETs podem ser úteis para avaliar o metabolismo dos neurónios dos núcleos basais.
Por outro lado, os sintomas cognitivos, embora comumente presentes na DP, continuam a serem negligenciados no seu diagnóstico e tratamento[2]. Existem evidências de distúrbios nos domínios emocional, cognitivo e psicosocial[3], destacando-se: depressão[4], ansiedade[5]; prejuízos cognitivos[6] e olfatórios[7]; e, em particular, a demência na DP [8]. A incidência de demência na DP é seis vezes maior do que na população geral, e a prevalência varia entre 10% a 50%[9]. Ela é caracterizada por redução ou falta de iniciativa para atividades espontâneas; incapacidade de desenvolver estratégias eficientes para a resolução de problemas; lentificação dos processos mnemônicos e de processamento global da informação; prejuízo da percepção visuoespacial; dificuldades de conceitualização; e, dificuldade na geração de listas de palavras[10]. O reconhecimento precoce destes sintomas e seu tratamento são fatores cruciais para uma melhor abordagem clínica da DP[11].

Anatomia patológica

Macroscopicamente, há palidez da substância negra e do locus ceruleus.
Microscópicamente, há perda de neurónios com proliferação das células gliais. Os neurónios afectados remanescentes apresentam característicos corpos de Lewy, inclusões citoplasmáticas eosinofílicas (absorvem o corante eosina) constituídas por alfanucleína e parkina, além de outras proteínas.

domingo, 5 de julho de 2009

ATENÇÃO

CUIDE BEM DE SUA SAUDE ESSE BLOG VAI LHE INFORMA ALGUNS TIPOS DE DOENÇA + NÃO SE ESQUEÇA O NOME DELE É SAUDE CEM ESTAS DOENÇAS BEIJOS A TODOS

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Procedimentos durante uma crise convulsiva

A crise convulsiva costuma ser um momento muito estressante. A primeira coisa que deve se ter em mente é que a maioria das crises dura menos que 5 minutos e que a mortalidade durante a crise é baixa. Assim, deve-se manter a calma para que se possa, efetivamente, ajudar a pessoa. Medidas protetoras que devem ser tomadas no momento da crise:
Deitar a pessoa (caso ela esteja de pé ou sentada), evitando quedas e traumas;
Remover objetos (tanto da pessoa quanto do chão), para evitar traumas;
Afrouxar roupas apertadas;
Proteger a cabeça da pessoa com a mão, roupa, travesseiro;
Lateralizar a cabeça para que a saliva escorra (evitando aspiração);
Limpar as secreções salivares, com um pano ou papel, para facilitar a respiração;
Observar se a pessoa consegue respirar;
Afastar os curiosos, dando espaço para a pessoa;
Reduzir estimulação sensorial (diminuir luz, evitar barulho);
Permitir que a pessoa descanse ou até mesmo durma após a crise;
Procurar assistência médica.
Se possível, após tomar as medidas acima, devem-se anotar os acontecimentos relacionados com a crise. Deve-se registrar:
Início da crise;
Duração da crise;
Eventos significativos anteriores à crise;
Se há incontinência urinária ou fecal (eliminação de fezes ou urina nas roupas);
Como são as contrações musculares;
Forma de término da crise;
Nível de consciência após a crise.

O que não fazer durante uma crise convulsiva

Várias medidas erradas são comumente realizadas no socorro de uma criança com crise convulsiva. Não deve ser feito:
NÃO se deve imobilizar os membros (braços e pernas), deve-se deixá-los livres;
NÃO tentar balançar a pessoa Isso evita a falta de ar.
Não coloque os dedos dentro da boca da pessoa, involuntariamente ela pode feri-lo.
NÃO dar banhos nem usar compressas com álcool caso haja febre pois há risco de afogamento ou lesão ocular pelo álcool;
NÃO medique, mesmo que tenha os medicamentos, na hora da crise, pela boca. Os reflexos não estão totalmente recuperados, e pode-se afogar ao engolir o comprimido e a água;
Se a convulsão for provocada por acidente ou atropelamento, não retire a pessoa do local, atenda-a e aguarde a chegada do socorro médico.

Medicamentos usados em crises convulsiva
Carbamazepina
Etosuximida
Gabapentina
Lamotrigine
Fenobarbital
Fenitoína
Primidona
Valproato
Diazepam